Como funciona o cronograma de uma obra de médio porte?

Entender as fases de uma obra é essencial para que o cliente consiga controlar a ansiedade e, principalmente, planejar seu fluxo financeiro. Tudo começa com a mobilização e demolição. É o momento do “caos organizado”, onde preparamos o terreno, instalamos o canteiro e removemos o que não será aproveitado. É uma fase barulhenta, mas necessária para abrir caminho para o novo.

A segunda etapa é a de estrutura e alvenaria. Aqui a obra ganha esqueleto e volume. É o período onde o consumo de materiais brutos (areia, brita, cimento e tijolos) é altíssimo. Logo em seguida, entramos nas instalações, a fase “nervosa” da obra. Tubulações de hidráulica, esgoto, fiação elétrica e infraestrutura de ar-condicionado são passadas por dentro das paredes e lajes antes de serem seladas.

A fase de revestimento e gesso é quando a obra começa a “limpar”. As paredes recebem reboco, o forro de gesso esconde as fiações e os pisos começam a ser assentados. É nesse momento que o cliente deve ter todos os materiais de acabamento (pisos, azulejos e metais) já comprados e entregues, para que a equipe não fique ociosa esperando a entrega de um porcelanato que saiu de linha ou está em falta.

Por fim, chegamos à pintura e acabamentos finos. É a etapa de maior detalhismo: instalação de luminárias, marcenaria, box e a limpeza final. Embora pareça que a obra está pronta, os arremates finais costumam exigir paciência. Ter clareza sobre esse fluxo ajuda a evitar a compra antecipada de itens frágeis (como espelhos) logo no início da obra, garantindo que cada peça chegue ao canteiro no momento exato de sua instalação.

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