O ano de 2026 marca a consolidação definitiva do design biofílico na construção civil. Não se trata apenas de colocar plantas nos ambientes, mas de utilizar materiais que conectem os moradores à natureza. Estamos vendo uma forte migração para revestimentos táteis, com texturas que mimetizam a pedra bruta e a madeira rústica, trazendo uma sensação de acolhimento e “pé no chão” para dentro dos apartamentos urbanos.
Uma das estrelas do ano são as lastras de porcelanato. Estes grandes formatos reduzem drasticamente o número de juntas de assentamento, criando superfícies praticamente contínuas que ampliam visualmente o espaço e facilitam a limpeza. A tecnologia de impressão digital evoluiu tanto que hoje é difícil distinguir visualmente uma lastra de um mármore natural extraído de uma pedreira italiana, com a vantagem de ser muito mais resistente a manchas.
O granilite também faz o seu retorno triunfal, mas com uma roupagem moderna. Longe de ser aquele piso antigo de escola, o granilite de 2026 aparece em cores pastéis e com pedras de diferentes granulometrias, sendo usado não apenas no piso, mas em bancadas de cozinha e paredes de destaque. Ele une a durabilidade extrema com uma estética retrô-contemporânea que agrada quem busca exclusividade.
Além da estética, a sustentabilidade guia as escolhas. Revestimentos feitos a partir de materiais reciclados ou com processos de fabricação de baixo impacto ambiental estão ganhando as vitrines. O consumidor de 2026 quer saber de onde vem o material e qual o rastro de carbono deixado por ele, tornando a escolha do revestimento um ato de estilo e de consciência ambiental.